terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 10

Ufa!! Depois de mais de dois anos e meio, desde o primeiro "Oi" no site de namoro virtual e depois de passar por muita coisa durante esse período, finalmente o casamento iria sair.
Como escrevi anteriormente, a gente não tinha dinheiro, todo mundo contribuiu um pouquinho para que a festa acontecesse.
Meu pai pagou a diferença no cartório, porque para a juíza vir em casa realizar a cerimônia, era mais caro. Ele também providenciou o som.
Meus irmãos compraram as bebidas, minha mãe preparou as comidas. O Edu ainda deu uma espremidinha no bolso e conseguiu pagar a carne.
Para mim ficou a nossa roupa, flores, decoração e bolo.
A decoração eu consegui tudo emprestado! A gente só precisaria montar no dia. Um gasto a menos.
Já nossas roupas, eu estava preocupada, porque a grana era curta mesmo!!
Fui numa loja de aluguel para festas, pertinho de casa, e perguntei qual era o vestido mais barato da loja!! Sim, desse jeito!!
A moça até estranhou, quem chega numa loja falando isso?
Ela me mostrou um que eu adorei, mas disse que estava velho, já iria até desmanchar. Experimentei e ficou certinho em mim!
Perguntei o preço e ela falou que era R$ 60,00 (ou R$ 70,00, agora fiquei na dúvida). Nem acreditei! Tão barato assim!!! Era tudo que eu queria!! Escolhi mais um vestido para minha sobrinha, e dois ternos, um para o Edu e outro igual para meu filho. Consegui alugar todos por um pouco menos de R$ 200,00, dá pra acreditar??

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 9

Assim que eu estava legalmente solteira, começamos a pensar nos preparativos para nos casarmos.
A primeira coisa que precisávamos decidir era aonde iríamos morar.
Sabia que teria que vir para perto do trabalho do Edu, então comecei a mandar currículos para Barueri e região. Mas e a casa?
Combinamos de ir a várias imobiliárias, procurar uma casa para alugarmos. Comprar algo estava totalmente fora dos nossos planos.
Vim vários dias para cá, visitamos muitas casas, mas nenhuma nos agradou. A maioria era muito velha e as melhorzinhas, estavam muito acima do nosso orçamento.
Como eu contei no começo da nossa história, o Edu havia sido noivo por 7 anos e chegou a comprar um apartamento, mas nunca morou lá. Ele estava alugado e ficava numa cidade vizinha à Barueri, chamada Jandira.
Ele me levou para conhecer o condomínio, mas a primeira impressão não foi das melhores. Tinha cerca de 40 prédios, todos de 4 andares, sem elevador, sem playground, longe de tudo, num bairro com casas sem acabamento e perto de um cemitério!
Era tudo bem diferente do que a gente desejava, mas fazendo as contas, aquele apartamento era a melhor opção. Não precisaríamos pagar aluguel e assim não viveríamos tão apertados.
Como ele estava alugado, não olhei por dentro, mas ele disse que faríamos uma pequena reforma. Concordei e ele comunicou o inquilino para desocupar.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 8

Na parte 6, eu disse que estava começando a fazer minhas próprias escolhas, baseadas naquilo que meu coração me dizia e não mais influenciada pelo que quer que fosse.
Durante os seis primeiros meses de namoro (já estávamos noivos), o Edu só ia me ver uma vez por semana. Ele gastava muito com gasolina e também com os nossos passeios.
Mas a vontade de ficar junto era tão grande, que sugeri então que ele fosse todo sábado, dormisse lá e voltasse para Barueri no domingo. Assim não aumentaria seu gasto e nos veríamos dois dias.
Para que isso fosse possível, ele dormiria na minha cama, eu e meu filho dormiríamos com minha mãe no quarto dela e meu pai dormiria na sala. Todo mundo concordou.
Quando já estávamos em 2004, mais de um ano juntos, passamos a dormir no mesmo quarto.
Foi um verdadeiro escândalo! Vou contar como foi.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

4 sinais de que seu estresse é falta de organização

Oi gente!!!
Tudo bem com vocês?
Já estamos em Dezembro! Como o ano voou! 
Normalmente esse é o mês que passa mais rápido. São tantos compromissos, festinhas de final de ano, fechamento de metas, comprar presentes, concluir as resoluções que fizemos beeem lá no início do ano e mais uma infinidade de tarefas. Ufa! Muita coisa para pouco tempo. E no final do ano estamos exaustos e estressados não é verdade?
Mas você já parou para pensar que esse estresse pode ser consequência de uma vida desorganizada?
Se não faz a mínima ideia, vou citar algumas situações que geram estresse sem necessidade, porém, colocamos a culpa no transito, na crise, na falta de tempo, nos imprevistos e por aí vai. São as típicas desculpas para nos livramos das responsabilidades. 
Confiram!!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 7

Meu ex-marido decidiu que não assinaria mais o divórcio.
Ele tentou de todas as formas me convencer a voltar com ele. 
Primeiro apelou para parentes, depois enviou uma carta à igreja…
Tocava no assunto toda vez que ia buscar ou levar nosso filho…quis me convencer que eu estava doida, que estava arriscando a segurança do Vi, citou casos de pedofilia envolvendo padrastos…tudo!
Como viu que assim não me convenceria, começou a querer me agradar.
Passou a me elogiar, mandar presentinhos, até mesmo flores, coisa que em 7 anos de relacionamento nunca fez.
Muita gente me perguntava porque eu não o perdoava, afinal, ainda éramos casados no papel, tínhamos um filho, bastava uma palavra minha e tudo voltaria ao "normal".
Minha resposta era que depois que você conhece o bom, não acostuma mais com o ruim.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 6

Depois daquele dia no parque, realmente assumimos o nosso namoro.
Eu torcia para que tudo desse certo, porque ele era tão bom que parecia mentira!
Como eu ainda era da igreja, o próximo passo seria "convertê-lo", aí sim tudo ficaria perfeito!!
Cresci acreditando que deveria casar com alguém da minha igreja. Mesmo tendo feito isso e dado errado, eu continuava achando que isso era indispensável.
O convidei para ir ao culto e ele aceitou. Teve que madrugar, porque o culto começava às 10:00h e ele morava há mais de uma hora de distância. Mesmo assim ele não reclamou.
Eu estava ansiosa! Já o havia apresentado à minha família, ao meu filho e agora, seria a vez da minha igreja, comunidade a qual frequentei a maior parte da minha vida.
Eu cheguei antes das 9:00h na igreja, porque antes do culto tem a escola sabatina. Fiquei atenta ao relógio e quando ele se aproximou das 10, já fui lá fora ficar de olho.
As pessoas costumam ir com roupas sociais para o culto. Vestem suas melhores roupas, arrumam o cabelo, enfim, é um verdadeiro evento semanal. Para mim, que estava acostumada a isso era normal, mas imaginem para uma pessoa que se dizia católico, mas que na verdade não sabia nem o que era o Calvário!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 5

Combinamos de nos ver no próximo final de semana, dessa vez, meu filho estaria presente. Esta seria a prova de fogo, porque se eu não sentisse algo positivo, não faria sentido continuar com esse namoro.
Meu filho estava com 1 ano e 3 meses, já falava algumas palavras e era um bebê muito sociável. Ria com muita facilidade, gostava de brincar, mas não ia no colo de qualquer um. Quando alguém que ele não queria tentava pegá-lo, ele se inclinava pra trás no meu colo e eu logo avisava que ele não gostava muito de ir com outra pessoa. Isso acontecia muito na igreja. Ele era um bebê muito bonito e bem gordinho, o típico "bebê Johnson's". Então todo mundo queria pegar, apertar, essas coisas. Mas eu sempre ficava muito atenta aos seus sinais, jamais deixava alguém pegá-lo contra a sua vontade.
Eu estava muito ansiosa para esse encontro! Como seria, onde seria, como os dois iriam se comportar… Eu não fazia ideia de nada! Torcia pelo melhor, mas ao mesmo tempo, tentava me manter neutra, para poder captar cada detalhe.
Ouvi uma buzina no portão, era ele. Saí sozinha para abrir e enquanto ele estacionava, fui lá dentro buscar meu filho.

Economia: Previdência Privada

Olá meninas tudo bem? 
Dando continuidade nos produtos de investimentos, vamos falar hoje de previdência privada, embora eu não considere um investimento e sim uma complementaçao de renda para a sua aposentadoria. 
Vamos em primeiro momento ao conceito: Previdência Privada é uma aposentadoria que não está ligada ao sistema do Instituto  Nacional de Seguro Social(INSS), ela é complementar a Previdência Pública e fiscalizada pela SUSEP( Superintendencia de Seguros Privados) orgão do Governo Federal. 
E qual a diferença em relaçao ao INSS?? 
Na previdência Privada é possivel escolher o valor da contribuiçao e a periodicidade em que ela será feita.
Uma pessoa pode contribuir com R$ 100,00 uma vez por ano por exemplo, é claro que o valor que receberá quando começar a fazer uso dessa previdência é proporcional ao valor contribuído.
Além disso o valor investido em um plano de previdência pode ser resgatado pela pessoa se ela desistir do plano.
No momento em que escolhe o plano é importante está atento a forma de cobrança de impostos, independentemente do plano, existe a opçao por 2 formas de tributaçao: REGRESSIVA: Que favorece o resgate de uma só vez.
A outra é: PROGRESSIVA: Mais vantajosa para quelas pessoas que querem receber a quantia investida em formas de parcelas mensais e não resgatar todo o dinheiro em uma só vez.
Resumo do Post

domingo, 6 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 4

Eu estava bem indecisa se continuaria com ele ou não.
Àquela altura, tínhamos mais coisas contra do que a favor de algum relacionamento amoroso.
Minha prioridade era meu filho, a faculdade e o trabalho. 
Quando engravidei, eu estava no último ano da faculdade. Como fiquei dois anos afastada, o currículo mudou e o curso que era de três anos, aumentou para quatro. Por causa disso, tive que fazer algumas adaptações e deixar de cursar outras. Minha grade era diferente das outras alunas, não tinha aula todos os dias e mesmo quando tinha aula, não eram todas. Pra mim isso foi ótimo, porque eu poderia me organizar melhor com meu filho e com o trabalho. Normalmente saía de casa após ele acordar, deixava ele arrumadinho e já com a barriguinha cheia. Quando eu voltava, estava perto da hora da gente almoçar. O restante do dia, ficávamos juntos, já que eu trabalhava lá mesmo, ajudando a administrar os negócios dos meus pais. Tenho que salientar que sem eles, com absoluta certeza, todo esse processo teria sido muito mais doloroso e difícil pra mim. Talvez até impossível!
Resumo do Post

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 3

Ele segurou minha mão, me olhou no olhos e eu achei que fosse me beijar de novo, mas não. Ele me puxou levemente, na direção do seu peito. Fiquei numa posição meio estranha, quase em cima do freio de mão. Eu não estava entendo o que ele queria fazer, aí ele falou: "vem cá", me ajudando até que eu ficasse igual um bebê em seus braços. Então me abraçou bem forte! E o que eu senti foi uma paz… Uma proteção. Imediatamente pensei que ali estava o meu abrigo e eu não queria mais sair dali.
Nesse momento, fomos interrompidos por um segurança do shopping, que passou de moto e buzinou. 
Dei até um pulo de susto!
Aproveitei a deixa e falei que precisava ir embora, porque já estava tarde.
Saí do carro, me despedi e ele ficou me olhando com aquela cara de "pidão", perguntando se eu realmente precisava ir embora, se não queria ir para outro lugar. Falei que não, que precisava mesmo ir.
Resumo do Post

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 2

Assim que eu entrei no shopping, vi que ele estava lotado! Muitas pessoas indo e vindo, parecia que eu estava na 25 de março!
Olhei para o banquinho que ficava em frente ao Bob's, pra ver se ele estava lá sentado, mas não estava. Fui andando mais um pouco, olhando pra todos os lados, até que o avistei no meio da multidão, andando no sentido contrário.
Eu o chamei bem alto: "Eduuuu"!!
Ele olhou pra mim, desviou o olhar e então olhou de novo, surpreso! Ele não me reconheceu de cara. 
Andei até ele toda sorridente, pedindo mil desculpas pelo atraso. Ele me disse que já estava indo embora, porque achou que eu não iria.
Nos cumprimentamos com um beijinho no rosto e um abraço de leve.
Resumo do Post

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Nossa história de amor - parte 1

Fazia apenas dois meses que meu casamento, que não chegou a completar três anos, havia acabado. 
23 anos, separada e com um filho de um ano e dois meses. 
Estava de volta à casa dos meus pais, que nunca deixaram de me apoiar, nem amparar. 
Tinha voltado pra faculdade há pouco tempo, focada em estudar, trabalhar e criar meu filho. Eu sabia que não seria fácil. A última coisa que passaria pela minha cabeça, era conhecer um homem e me apaixonar.
Pra dificultar um pouco mais, eu havia sofrido um grave acidente de carro e estava me recuperando.
Eu não tinha telefone celular, a internet na casa dos meus pais era discada e, dominada pelos meus irmãos. Na minha tv só passava desenhos, então eu estava bem alheia à tudo que não incluísse meu filho.
Era um sábado, março de 2003. Havíamos terminado de fazer o culto de pôr-do-sol (toda minha família era Adventista do sétimo dia). Coloquei meu filho pra dormir, e fui pra varanda, por um acaso, o computador estava de "bobeira".
Resumo do Post

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Produtos para correção das sobrancelhas

Oi estrelas da Alyne, tudo bem com vocês? Por aqui super animação quando se trata de post para esse blog charmoso que amamos não é mesmo? Bom, o tema de hoje considero hiper, mega, super importante pois quando se trata de sobrancelha, se trata da moldura do nosso rosto. Não entendeu? Então vem comigo que te explico.

As nossas sobrancelhas são consideradas a moldura do nosso rosto pois elas que definem todas as nossas expressões, se estamos felizes, tristes, chateados, brabos etc através dela você consegue saber exatamente o estado da pessoa, por isso que é tão importante mantermos o cuidado com elas. Atualmente existem diversos profissionais especializados em design de sobrancelha, micropigmentação para quem tem falhas na qual não cresce mais pêlos, e isso é importante até para auto estima nossa, por que ter uma sobrancelha bem feita e definida muda tudo, mudo nosso rosto, nosso olhar e até mesmo nossas expressões.

Eu aconselho quem nunca fez as sobrancelhas a não se arriscar a fazer em casa, pois existetécnicas para cada tipo de rosto, deixando assim no formato adequado para cada pessoa. Feito isso, após ela já estar desenhada adequadamente para seu rosto você vai notar que existem falhas, que parece que uma está diferente da outra, que você gostaria que fosse mais preenchida, enfim nós mulheres sempre queremos mais! Rsrs 
Resumo do Post